segunda-feira, 18 de abril de 2016

Felicidade, virtude e razão prática


   Os problemas éticos na filosofia grega já eram analisados de forma preocupante envolvendo os problemas morais e políticos, para Aristóteles as energias humanas simpatizam a algum bem, no qual o bem maior é a felicidade. Segundo Aristóteles a felicidade não consiste em prazeres ou riquezas considera-se que o ruminar é aquilo que mais caracteriza o homem, sendo assim para que a razão possa estar em atividade, a felicidade tem que fundar-se em um acordo ligado a razão.


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     Aristóteles constitui que a felicidade é uma atividade da alma em consonância com a virtude a qual implica o princípio racional, a partir desta definição fica claro algumas características da própria felicidade como a relação de bens intrínsecos e os relativos, onde, os relativos são bens necessários para a vida cotidiana, ou seja, prazeres e bens materiais mudando constantemente, já os intrínsecos não visam outros bens pois são autossuficientes, sendo bens supremos.

     O homem possui um diferencial dos animas, sua racionalidade, que é construída em cima de razão, sendo a racionalidade um fator fundamental para a compreensão. Para Aristóteles a virtude é responsável pelo agir do homem sendo que se agir virtuosamente o homem se torna virtuoso.


Aristóteles - Ética, virtudes e razão - YouTube

6 de out de 2013 - Vídeo enviado por Laura Goldani
Aristóteles - Ética, virtudes e razão. 

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