segunda-feira, 18 de abril de 2016

Como Surgiu a Política? - Filosofia e Sociologia - YouTube


Vídeo publicado em 27 de mar de 2015 - Vídeo enviado por Descomplica

Entende-se que a virtude tem o poder de tornar o ser virtuoso apenas com as práticas constantes, sendo essas práticas constituídas por práticas de bem.
A ética seria o guia para alcançar a felicidade, até chegar ao ponto principal, que seria a justiça.

















Costumes bem/mal

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   Todas essas ações que estão citadas abaixo está presente de alguma forma na sociedade, englobando todos os problemas éticos presentes hoje em dia. 

     Para Aristóteles os akolastos são como se fossem crianças indisciplinadas que de maneira alguma iram se arrepender daquilo que irá lhe proporcionar o prazer, como, jogos e comidas, entre outros prazeres. Kakos age de uma maneira diferente, passando por cima dos seus princípios. Essa maneira diferente de agir pode ser por falta de ética pela qual o homem não quer, ou por um fato que poderá lhe prejudicar, como a falta da coragem, sendo assim, esse agir irá fazer com que passe por cima de quaisquer pessoas. Malakos, distingue-se por ser um homem que foge da dor a todo custo sendo um ser aprazível e mole. Theriotes, aparenta ser um ser humano um homem de bem, mas age como um animal por excessos de vícios. Akrates, este homem sabe o que é certo, mas está inerte ou embasbacado, este homem age sabendo qual é o objetivo visado, mas não resiste ao mal.

     Observa-se que de alguma forma essas ações se encaixam com a sociedade de hoje, isso significa que o ser tem que ser mais virtuoso, honesto e lutar pelos seus direitos sem faltar com respeito ao próximo.

A essência da virtude moral



       Para Aristóteles a virtude é um resultado do hábito, da prática que surgem em cada ser por natureza, sendo congênito do exercício que nos torna práticos a atos justos.
    Os elementos que são controlados pela ação e verdade da alma, são: a sensação, a razão e o desejo. A sensação refletida não é princípio de nenhuma ação. O desejo reto corresponde a uma certa escolha, já o reto desejo deve buscar o raciocínio verdadeiro. O desejo e o raciocínio se originam de uma escolha, já a ação existe pela combinação de intelecto e caráter, adquirindo uma virtude, uma verdade.
     A racionalização do desejo envolve ações involuntárias que ocorrem por meio de uma coação de ignorância. Há ainda as ações que poderiam ser chamadas de “mistas”, são ações praticadas sob violência ou chantagem, contendo elementos voluntários e involuntários, sendo assim estas ações pertençam mais ao campo das voluntárias do que ao das involuntárias.

Voluntário: possui uma ação espontaneamente;

Involuntário: não quer ( por compulsão ou coação);

Não-voluntário: é contra a vontade; a pessoa quer, mas não pode.

    Tudo que é feito por ignorância é não-voluntário; pois aquilo que produz sofrimento é involuntário.

Felicidade, virtude e razão prática


   Os problemas éticos na filosofia grega já eram analisados de forma preocupante envolvendo os problemas morais e políticos, para Aristóteles as energias humanas simpatizam a algum bem, no qual o bem maior é a felicidade. Segundo Aristóteles a felicidade não consiste em prazeres ou riquezas considera-se que o ruminar é aquilo que mais caracteriza o homem, sendo assim para que a razão possa estar em atividade, a felicidade tem que fundar-se em um acordo ligado a razão.


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     Aristóteles constitui que a felicidade é uma atividade da alma em consonância com a virtude a qual implica o princípio racional, a partir desta definição fica claro algumas características da própria felicidade como a relação de bens intrínsecos e os relativos, onde, os relativos são bens necessários para a vida cotidiana, ou seja, prazeres e bens materiais mudando constantemente, já os intrínsecos não visam outros bens pois são autossuficientes, sendo bens supremos.

     O homem possui um diferencial dos animas, sua racionalidade, que é construída em cima de razão, sendo a racionalidade um fator fundamental para a compreensão. Para Aristóteles a virtude é responsável pelo agir do homem sendo que se agir virtuosamente o homem se torna virtuoso.


Aristóteles - Ética, virtudes e razão - YouTube

6 de out de 2013 - Vídeo enviado por Laura Goldani
Aristóteles - Ética, virtudes e razão.